
Nos dias 05 e 06 deste mês, ocorreram na Universidade de Brasília, as eleições para o DCE (Diretório Central dos Estudantes), oportunidade única, na qual pudemos fazer jus ao lema proposto pelo novo reitor: "Ocupe a UnB!".
Antes mesmo de começar o semestre o reitor lançou o novo lema que nos convidava a ocupar todos os espaços físicos e ideológicos da universidade. Não nos garantiu quaisquer mudanças astronômicas, apenas reforçou a ideia de admnistração transparente e aliada ao estudante. É nessa hora que surge a atuação do DCE, cuja essência é a manutenção e efetivação dos direitos que nos são garantidos, cobrando os mesmos da reitoria e administradores.
Ano passado, o DCE da UnB conseguiu um feito memorável trazendo de volta a vitalidade do movimento estudantil ao denunciar e derrubar do poder uma admnistração corrupta. E mais importante que isso, mostrando aos estudantes que nós temos, sim, autoridade e capacidade para denunciar o errado e escolher o que é melhor para nós.
Contudo, tal feito não pode ser considerado apenas como algo que foi histórico e marcou os últimos tempos dos movimentos acadêmicos. E é por essa vertente que eu sigo. Acredito que escolher novos representantes é de fundamental importância, assim como procurar saber o porquê de suas ações, onde ocorrem e contra o que estão sendo promovidas.
Não é suficiente e nem condizente com nossa situação de usuários do patrimônio público apenas frequentar as aulas e socializar com os colegas de curso. Dessa forma, eu, uma vez cansado de estar exercendo uma postura parecida com isso e, de certa forma ignorante, resolvi não ser apenas um coadjuvante, fui atrás de mais informações sobre o que ocorre na universidade, suas deficiências - que nem de longe são poucas - e o que se pode fazer para melhorá-la e participar mais ativamente.
Conversando com uma pessoa de uma das chapas me senti mais dentro ainda da faculdade, porque pude conhecer e analisar melhor, embora superficialmente, o universo no qual estou entrando.
Vi que a UnB é bastante discriminatória e deficiente. Isso está camuflado no respaldo de uma das melhores universidades públicas do país. Enquanto isso há cursos que estão sem professores, campi com número insuficiente de salas, má disponibilidade de transporte coletivo, visto que há áreas da universidade que não são servidas de ônibus, além de outras inúmeras falhas. E aí então surge a pergunta: como ocupar democraticamente a UnB?
Por isso é muito relevante e saudável que se saiba o que ocorre nos diversos âmbitos da universidade; exercer os seus direitos sem estar amarrado a preconceitos. Então, percebi que não há nada como ver o mundo com visão periférica ao invés de se reter ao que passa na sua frente. Ocupemos conscientemente a universalidade!
Antes mesmo de começar o semestre o reitor lançou o novo lema que nos convidava a ocupar todos os espaços físicos e ideológicos da universidade. Não nos garantiu quaisquer mudanças astronômicas, apenas reforçou a ideia de admnistração transparente e aliada ao estudante. É nessa hora que surge a atuação do DCE, cuja essência é a manutenção e efetivação dos direitos que nos são garantidos, cobrando os mesmos da reitoria e administradores.
Ano passado, o DCE da UnB conseguiu um feito memorável trazendo de volta a vitalidade do movimento estudantil ao denunciar e derrubar do poder uma admnistração corrupta. E mais importante que isso, mostrando aos estudantes que nós temos, sim, autoridade e capacidade para denunciar o errado e escolher o que é melhor para nós.
Contudo, tal feito não pode ser considerado apenas como algo que foi histórico e marcou os últimos tempos dos movimentos acadêmicos. E é por essa vertente que eu sigo. Acredito que escolher novos representantes é de fundamental importância, assim como procurar saber o porquê de suas ações, onde ocorrem e contra o que estão sendo promovidas.
Não é suficiente e nem condizente com nossa situação de usuários do patrimônio público apenas frequentar as aulas e socializar com os colegas de curso. Dessa forma, eu, uma vez cansado de estar exercendo uma postura parecida com isso e, de certa forma ignorante, resolvi não ser apenas um coadjuvante, fui atrás de mais informações sobre o que ocorre na universidade, suas deficiências - que nem de longe são poucas - e o que se pode fazer para melhorá-la e participar mais ativamente.
Conversando com uma pessoa de uma das chapas me senti mais dentro ainda da faculdade, porque pude conhecer e analisar melhor, embora superficialmente, o universo no qual estou entrando.
Vi que a UnB é bastante discriminatória e deficiente. Isso está camuflado no respaldo de uma das melhores universidades públicas do país. Enquanto isso há cursos que estão sem professores, campi com número insuficiente de salas, má disponibilidade de transporte coletivo, visto que há áreas da universidade que não são servidas de ônibus, além de outras inúmeras falhas. E aí então surge a pergunta: como ocupar democraticamente a UnB?
Por isso é muito relevante e saudável que se saiba o que ocorre nos diversos âmbitos da universidade; exercer os seus direitos sem estar amarrado a preconceitos. Então, percebi que não há nada como ver o mundo com visão periférica ao invés de se reter ao que passa na sua frente. Ocupemos conscientemente a universalidade!
2 comentários:
é super válido que os universitários se informem mais sobre seu âmbito escolar, para que façam dele um melhor proveito e se formem profissionais e cidadãos melhores.
Além de universitários tomarem a atitude, é necessário que todo grupo regido sob democracia participe ativamente da mesma: cidadãos para com os governantes, moradores para o síndico, profissionais para com o seu conselho regional, enfim. O mundo melhora à medida em que todos praticam a mudança.
Postar um comentário